quinta-feira

Batman 608

Com vocês a saga Silêncio, que a série que retomou o primeiro lugar do ranking de vendas norte-americano para a DC, sendo um sucesso de vendas tanto lá quanto por aqui. Batman, pelas mãos dos mestres Jeph Loeb e Jim Lee, entra em uma saga de profundos impactos na vida de nosso herói. Nesta primeira edição, o herdeiro de um magnata da indústria química foi seqüestrado, e cabe ao Homem-Morcego a sua libertação das garras do vilão Crocodilo. Este é apenas o começo, acompanhe aqui no Orbital Comics a saga na íntegra.
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Conan O Cimério #04


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quarta-feira

A vingança do Monolito Vivo

Com textos de David Micheline e a arte de Marc Silvestri, a Graphic Novel A vingança do Monolito Vivo nos traz uma sensacional saga, em que alguns dos principais heróis Marvel se unem para combater o Monolito Vivo, mutante egípcio, que descobriu uma maneira de absorver a energia solar sem limites e pretende se vingar destruindo a cidade de Nova York. Desfecho surpreendente! Um clássico imperdível para qualquer fã da Marvel.
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terça-feira

Novos Titãs 09


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Judoka 08

O Judoka estreou em 1969 pela EBAL, na sétima edição da revista homônima. Nas seis primeiras, essa revista publicou histórias de Judomaster - personagem norte-americano da Charlton Comics criado por Frank Mclaughin.

As histórias vinham com roteiros de Pedro Anísio e arte de vários desenhistas, entre eles: Eduardo Baron (que era o diretor de arte da EBAL), Mário José de Lima, Fernando Ikoma e Floriano Hermeto, o que mais se destacou. "FHAF", como Floriano costumava assinar, era adepto do estilo europeu, e por isso, promoveu um visual diferenciado para a revista.

O Judoka - que em sua identidade "civil" era um jovem estudante - tinha como mestre de judô, o sábio Minamoto. Além disso, sua namorada Lúcia era sua parceira no combate ao crime. O uniforme do casal era igual: um quimono verde e branco e uma máscara tipo a do Robin (parceiro de Batman). A revista tinha um cunho patriótico que procurava exaltar as virtudes do Brasil. Assim, o casal de heróis ia, a cada edição, para um ponto diferente do país.

O Brasil vivia sob o jugo da Ditadura Militar, embalada pelo slogan político "Brasil, ame-o ou deixe-o!", da (con) gestão do presidente Emílio Garrastazu Médici. O gibi agradou e o personagem acabou por fazer o caminho inverso do Capitão 7 - que começou na TV e depois virou gibi - gerando uma produção cinematográfica, com Pedro Aguinaga e Elizângela nos papéis principais. O filme estreou nas telas em 1973, mas passou quase que despercebido. A popularidade do Judoka começou a declinar aos poucos e logo, a revista do herói marcial foi cancelada. Mesmo assim, trata-se de um grande marco na história dos super-heróis brasileiros, já que o título durou expressivos quatro anos. Durante muitos anos, a revista do Judoka seria considerada a última grande investida dos quadrinhistas brasileiros no gênero.

Texto: Roberto Guedes


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segunda-feira

Batman - Vilões: Arquivos Secretos e Origens


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domingo

Superman & Monstro do Pântano


Clássico encontro entre o Monstro do Pântano e o Homem de Aço com roteiro do mestre Alan Moore. Imperdível!

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Incrivel Hulk 102


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sábado

Patrulha do Destino - Saindo dos Escombros


Grant Morrison levou a Patrulha do Destino e os heróis de quadrinhos a lugares que eles raramente chegaram, incorporando sociedades secretas bizarras, elementos de dadaísmo, surrealismo e a técnica de recortes iniciada por William S. Burroughs e Brion Gysin; as idéias de Jorge Luis Borges também foram aproveitadas. Morrison e o artista Richard Case fizeram uma reviravolta no título e a série rapidamente ganhou status de cult, sendo apontados por muitos como um dos melhores trabalhos do autor.

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Incrivel Hulk 101


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sexta-feira

Batman - Asilo Arkham


Os inimigos de Batman tomaram o hospital para criminosos insanos, e o Homem-Morcego tem de atravessar seus portões para descobrir que a batalha derradeira será travada dentro de sua mente.
Em 1990, o mundo, recém-emerso da batmania provocada pelo primeiro filme de Tim Burton, estava saturado de símbolos de quirópteros em elipses amarelas. Nos quadrinhos, O Cavaleiro das Trevas e A Piada Mortal ainda ecoavam fortemente, e a DC Comics, ao aproveitar o filão do longa, acabara de esgotar o personagem. Nada mais parecia possível de se fazer com o Batman decentemente.

Nesse contexto, a arte arrasadora de Dave McKean, quase inédita nos Estados Unidos, somada ao texto perturbador de Morrison, teve seu mérito de chamar atenção pela diferença. A história praticamente não tem ação, mas é de uma rara densidade psicológica, que se entranha no cérebro.

As grandes obras são aquelas que sobrevivem à releitura e, passados 13 anos, Asilo Arkham continua profundamente impactante. Batman é uma Alice em um país da loucura, conduzido não por um gato sorridente, mas sim pelo espírito atormentado de Amadeus Arkham.

No fim das contas, são três narrativas sobrepostas: a metafórica, de Alice que convive com os loucos, sugerida na introdução e no encerramento, que funciona como um espectro secular da descoberta e do aprofundamento no estranho. Em seguida, há o passado do prédio, registrado nos diários do Dr. Arkham. A terceira, em que se dá a aventura do Homem-Morcego, irá se fundir com a segunda.

Asilo Arkham é um álbum monumental, que consegue entrar na alma de um personagem fictício e, ao destroçá-la, examiná-la. Trata-se de um trabalho sufocante, impressionante, que exaure a alma.

Texto: Universo HQ

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Surpreendentes X-Men 06 & 07



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quinta-feira

Mulher-Maravilha 06


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Fugitivos Vol.2 10


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terça-feira

Batman e Capitão América

Neste crossover, o Batman une forças ao Capitão América, para combater as ameaças do Coringa e do Caveira Vermelha, durante a Segunda Guerra Mundial, em uma aventura de primeira trazida até nós por John Byrne nos roteiros e arte.

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Batman: Ano Um




Na segunda metade dos anos 80, a editora DC Comics resolveu que era hora de arrumar a casa. Naquela época a editora era povoada por um sem número de universos paralelos, cada um com seu próprio elenco de personagens, todos muito parecidos entre si. Era uma legião de Batmen, Super-Homens e Mulheres-Maravilhas, cada um advindo de uma dimensão paralela diferente. Era necessário fazer alguma coisa para enxugar aquele excesso de personagens, para que a DC pudesse entrar em uma nova era. A essa limpeza deu-se o nome de Crise nas infinitas terras. Nela centenas de personagens coadjuvantes - e alguns principais, como a primeira Super-Moça e o segundo Flash (Barry Allen) - perderam suas vidas no confronto contra as forças do poderoso Anti-Monitor. No final da série, entre mortos e feridos salvaram-se aqueles cuja relevância era essencial para a mitologia da editora.

O objetivo essencial de Crise nas infinitas terras era a redefinição dos principais personagens da DC, de forma a apresentá-los novamente a uma audiência mais jovem. Assim, todos os principais personagens da editora, em diferentes níveis de profundidade, tiveram suas origens revistas, mantendo algumas de suas características clássicas e adicionando novos elementos às suas mitologias. Para que tal empreitada desse certo, a DC escolheu a dedo aqueles profissionais que cuidariam de re-introduzir estes personagens aos leitores. O Super-Homem foi entregue a John Byrne, que simplesmente revolucionou o personagem, adicionando elementos à sua mitologia que até hoje despertam tanto o amor quanto o ódio dos fãs do herói kriptoniano; a Mulher-Maravilha ficou nas mãos de George Pérez, que produziu uma seqüência de histórias majestosa, fazendo com que o roteirista fosse até hoje considerado o autor definitivo da princesa de Themyscira; já Frank Miller foi incumbido de retomar as origens de Batman.

Miller trabalhou sua história como uma minissérie dentro de uma série regular (Batman #404-407), visitando os primeiros dias do Cavaleiro das Trevas. Melhor dizendo, não os primeiros dias, mas sim o primeiro ano de atividade do Homem-Morcego em Gotham City. Batman: ano um, como o próprio nome sugere, cobre exatamente os primeiros doze meses da vida de Bruce Wayne como Batman, recontando uma história que todo mundo já conhecia, mas adicionando novos elementos à trama.

Batman: ano um começa com o retorno do jovem Bruce Wayne à sua cidade natal, após um longo período de viagens pela Europa e Ásia. Viagens estas que Wayne aproveitou para adquirir e aperfeiçoar todas as habilidades e conhecimentos necessários para seu objetivo: o combate ao crime. Exatamente no mesmo dia em que Wayne retorna a Gotham, o então tenente James Gordon chega à cidade, egresso de Chicago, para assumir um posto na força policial da cidade.

A partir daí, Miller explora duas frentes diferentes ao longo dos quatro capítulos da minissérie. Uma delas é focada em Gordon e mostra como o tenente se impõe ante toda a corrupção que infesta a força policial de Gotham (combatendo-a por dentro com uma discreta, mas fundamental, ajuda de Batman) e como vai conseguindo cada vez mais apoio de imprensa e da opinião pública. Miller mostra as conseqüências sofridas por Gordon quando ele decide não participar dos esquemas sujos da polícia local e como isso afeta sua vida pessoal, culminando na descoberta de seu caso com a detetive Sarah Essen, e na tentativa de assassinato sofrida por sua esposa e filho recém-nascido. A forma como Gordon passa de antagonista a aliado do Homem-Morcego, sua desconfiança de que o playboy Bruce Wayne e o vigilante são a mesma pessoa, seus primeiros contatos com o promotor Harvey Dent e sua promoção a capitão são outros aspectos explorados por Miller, no intuito de estabelecer os paralelos que tornaram o futuro comissário e Batman não só aliados como amigos até certo ponto.

Outro foco de Miller, obviamente, é o próprio Bruce Wayne. A primeira tentativa frustrada de combater o crime, a consciência de que precisava trazer medo aos criminosos, a confecção do traje do morcego, os primeiros conflitos com a polícia e a relação de amizade com Harvey Dent são mostradas ao longo da série. A forma como o Batman conquista a confiança dos policiais honestos de Gotham e se torna um aliado poderoso da polícia também são mostrados ao longo da história, traçando um retrato bem acabado dos primeiros dias de atuação do Cavaleiro das Trevas.

Além de focar-se em Gordon e Batman/Wayne, Miller também mostra rapidamente a origem da Mulher-Gato, então uma prostituta que, inspirada pelos atos do Homem-Morcego, confecciona um uniforme para si, mas com o objetivo de se tornar uma criminosa. Alguns mafiosos, como Carmine Romano, que seria bastante explorado por Jeph Loeb em O longo dia das Bruxas e Vitória sombria, também são apresentados na minissérie.

Com arte de David Mazzucchelli e cores de Richmond Lewis, que dão um clima noir ao gibi, Batman: ano um não é tão revolucionária quanto Batman: o cavaleiro das trevas ou Batman: a piada mortal. Ela reconta a origem do mito do Batman, mantendo seus principais aspectos intactos, enquanto a atualiza para uma audiência mais moderna. Mesmo não sendo nenhuma revolução, Ano um ainda é uma das melhores histórias do personagem em todos os tempos e item essencial na coleção de qualquer fã do Homem-Morcego.

Texto: Omelete

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