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Desde que a Witchblade, entrou em sua vida, a detetive Sara Pezzini depende dela para sobreviver aos mais terríveis inimigos. Mesmo assim, Sara vive orando por uma forma de se livrar de sua maldição. Agora, a Liga da Justiça parece ser a resposta a suas preces. Infelizmente, ao livrar Sara de sua aterradora sina, os maiores heróis da Terra podem condenar o resto do mundo. Afinal, a Witchblade só abandona uma hospedeira quando encontra outra superior... como a Mulher-Maravilha
Os roteiros de Moore prestam homenagem às clássicas histórias do Superman, começando com a ida de Supremo à Supremacia, um lugar onde vivem diversas versões do herói (que incluem um “Supremo original” menos poderoso e que dá enormes saltos, pois não pode voar – como o Homem de Aço em suas primeiras HQs). Outras citações à mitologia de Kal-El (sem listar todas, pois são muitas): a cidade do herói é Omegápolis (Metrópolis); ele foi criado em Littlehaven (Smallville), onde agia como Kid Supremo (Superboy), tinha um supercão chamado Radar (Krypto) e namorou Judy Jordan (Lana Lang); seu arquiinimigo é Darius Dax (Lex Luthor); foi membro da Liga do Infinito (Legião dos Super-Heróis); tem uma base secreta chamada Cidadela Suprema (Fortaleza da Solidão); e seu interesse romântico é Diana Dane (Lois Lane).
Esta série é a prova de que bons roteiros conseguem tornar interessante até o pior dos personagens, Supremo é uma boa opção para quem quer se divertir com o “Superman de Alan Moore” e encontrar todas as referências à mitologia do Último Filho de Krypton (e a outros clássicos das HQs) que o autor pôs em suas histórias.
Frank Miller e Todd McFarlane se unem novamente para fazer um dos melhores crossovers de todos os tempos!
Orbital Comics