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segunda-feira

Transmetropolitan 05


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domingo

Transmetropolitan 04


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quarta-feira

Planetary 04


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domingo

Planetary 03


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sábado

Planetary 02

Para comemorar a marca de mais de 60 mil visitas ao blog, vamos brindar vocês com um pacote de lançamentos para todos os gostos. Para começar, a segunda edição da espetacular série Planetary de Warren Ellis.

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quinta-feira

Planetary 01


Planetary é uma série criada pelo escritor Warren Ellis e o desenhista John Cassaday , publicada pelo selo Wildstorm da DC Comics.

O Planetary é uma organização auto-intitulada "Arqueólogos do Impossível", correndo atrás da história secreta do mundo. Fundada pelo misterioso Quarto Homem, que especula-se possa ser qualquer um, desde Adolf Hitler a Bill Gates, o time de campo consiste de três superseres: Jakita Wagner, forte, rápida e praticamente invulnerável; O Baterista, que pode conversar com computadores e quaisquer outros tipos de mecanismos elétricos; e o novo recruta Elijah Snow, que consegue controlar a temperatura.

A série ocorre no Universo Wildstorm, juntamente com outros títulos como Stormwatch, The Authority e Gen13.

A equipe Planetary viaja ao redor do mundo investigando fenômenos estranhos: monstros e outras criaturas, relíquias incomuns, outros superseres, e segredos incomensuráveis que certos indivíduos tentam manter escondidos do resto do mundo. Seu propósito é em parte movido pela curiosidade e em parte pela utilidade de novos conhecimentos adquiridos em prol da humanidade. Existem, entretanto, grupos que se opõem à seus propósitos, e a organização tem uma história substancial que é revelada gradualmente durante a série.

A pré-estréia da série deu-se em setembro de 1998 em Gen13 número 33 e em C-23 número 6. A primeira edição saiu em abril de 1999. Foi planejada originalmente para ser uma série bimestral de 24 edições. Entretanto, devido à problemas de saúde de Ellis e outros compromissos de Cassaday, a revista entrou em um hiato de quase um ano em 2003, e desde que foi retomada seu autor têm falado sobre estender o número de edições para 27.



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terça-feira

Transmetropolitan 01 à 03



Criada por Warren Ellis e desenhada por Darick Robertson, Transmetropolitan foi criada em 1998 para a estréia do selo Helix, uma investida da DC no gênero de ficção científica. O selo durou pouco mais de um ano, mas a revista sobreviveu e migrou para a Vertigo, destinada a leitores adultos. Talvez essa seja a melhor maneira de definir o título: ficção científica em quadrinhos para gente grande. Ler Transmetropolitan é entrar num barco futurista, cujas linhas modernas não conseguem disfarçar a trilha de óleo diesel que ele deixa para trás ou as pessoas famintas que o fazem funcionar.


Spider Jerusalem vive num futuro não muito distante. O mundo sobreviveu a um inverno nuclear e, agora que as dificuldades foram resolvidas, não quer mais que uma vida medíocre. A tecnologia permite pedir comida ou roupas a seu processador molecular doméstico. Essa mesma nanotecnologia criou sensores tão minúsculos e numerosos que virtualmente não existe mais privacidade.

Mas quem se importa com isso, se seu programa preferido pode ser projetado em qualquer superfície na hora que mais lhe agradar? Alterações morfogenéticas, dando a um indivíduo características de um animal (ou mesmo de um alienígena ou dois), são tão comuns quanto piercings hoje em dia. E, para quem aprecia coisas realmente novas, há hambúrgueres de carne humana, feita de clones criados especialmente para isso, que têm cérebro o suficiente apenas para regular suas funções orgânicas até que cheguem à idade adulta. É um futuro em que o que é bom hoje será muito melhor, o que não consegue compensar pelas coisas que, se hoje já são ruins, no futuro estarão muito piores.


No primeiro número da série, Spider Jerusalem, depois de publicar livros de imenso sucesso, é forçado por cláusulas contratuais a abandonar seu refúgio nas montanhas e retornar à Cidade. O jornalista se vê obrigado a voltar a escrever e a exercer sua profissão da única maneira que considera possível: escancarando as verdades que vê, ofendendo a tudo e a todos, tentando com suas colunas arrancar seus leitores da vida alienada que levam. Não há abismo social grande o suficiente que escape da pena de Jerusalem - nem mesmo o presidente está imune ao veneno do personagem. No entanto, num mundo em que os poderosos fazem praticamente o que querem e a ética quase não existe mais, Spider logo vê que as conseqüências do que escreve afetam não apenas a ele, mas também influenciam a vida - e a morte - de milhares de pessoas.



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